Contratar um novo colaborador é, antes de tudo, um ato jurídico com efeitos duradouros. Muito além de uma decisão operacional do RH, cada admissão cria obrigações legais, riscos financeiros e potenciais impactos reputacionais para a empresa.
O que muitos gestores ainda não percebem é que a responsabilidade do empregador não se encerra na assinatura do contrato de trabalho. Pelo contrário: ela se estende aos atos praticados pelo colaborador, às omissões do processo seletivo e às falhas de diligência que antecedem a contratação.
Neste artigo, você vai compreender até onde vai o risco jurídico e trabalhista de uma contratação mal feita, quais são as bases legais dessa responsabilidade e por que a contratação segura, apoiada em triagem técnica e jurídica, é hoje uma medida essencial de proteção empresarial.
Em um mercado onde reputação é um ativo valioso, contratar bem é mais do que preencher vagas — é proteger e projetar a imagem da sua empresa. Cada colaborador representa uma extensão da marca: seu comportamento, ética e desempenho refletem diretamente na percepção que clientes, parceiros e o público têm da organização.
Apesar disso, muitas empresas ainda tratam o processo seletivo como uma etapa meramente operacional, esquecendo que cada contratação é também um ato de comunicação institucional. É nesse ponto que entra a triagem técnica, um procedimento que vai muito além da busca por antecedentes: trata-se de uma ferramenta de gestão estratégica que garante coerência entre cultura, reputação e valores corporativos.
Neste artigo, você vai descobrir como a triagem técnica fortalece o employer branding, evita crises de imagem e transforma o RH em um dos pilares da reputação empresarial.
Toda empresa já viveu isso: um candidato promissor que parecia perfeito no currículo, mas que, em poucos meses, se revelou um erro caro — em todos os sentidos. A demissão vem acompanhada de prejuízos financeiros, processos trabalhistas e uma sensação amarga de tempo e recursos desperdiçados.
Segundo dados da Harvard Business Review, uma contratação errada pode custar até três vezes o salário anual do colaborador. No Brasil, considerando encargos, treinamentos, rescisões e impacto operacional, esse valor pode ser ainda maior.
Neste artigo, você vai entender os custos reais de uma contratação mal feita, com números concretos, exemplos práticos e soluções estratégicas de gestão de riscos no RH que podem transformar o processo seletivo em uma ferramenta de blindagem jurídica e financeira.
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